Adolescentes

Informação clara para quem faz terapia e para quem acompanha.

No atendimento, considero a experiência do adolescente, a participação dos responsáveis e os limites de sigilo, que explico desde o começo.

Se você é adolescente

Este é o seu espaço.

Você não precisa chegar sabendo explicar tudo. Podemos começar por situações recentes, pensamentos que se repetem ou coisas que estão atrapalhando sua rotina.

Podemos conversar sobre

  • ansiedade, insegurança e medo de julgamento;
  • autoestima e autoconfiança;
  • autocobrança, perfeccionismo e comparação;
  • regulação emocional e habilidades de enfrentamento;
  • relacionamentos, escola e dificuldades de adaptação;
  • autoconhecimento e habilidades socioemocionais.

Na primeira conversa, explico como as sessões funcionam, o que fica em sigilo e em quais situações um adulto precisa ser envolvido.

Se você é responsável

Participar não significa acompanhar cada conversa.

Responsáveis contribuem com informações iniciais, rotina, autorização e condições para o atendimento. Ao mesmo tempo, procuro preservar a privacidade de que o adolescente precisa para construir confiança no processo.

O que esperar

  • uma conversa inicial para entender o contexto;
  • combinados sobre comunicação e participação;
  • orientações quando forem úteis ao acompanhamento;
  • contato em situações que envolvam risco ou proteção.

O conteúdo detalhado das sessões não é repassado. Apresento os limites do sigilo de forma clara, compatível com a idade e com os deveres éticos.

Como o atendimento começa

Depois do contato administrativo, combinamos a conversa inicial e avaliamos as necessidades do adolescente e da família. O plano de acompanhamento é individual: não há roteiro único nem promessa de resultado.

Em situações de risco, responsáveis e rede de cuidado podem ser acionados conforme os deveres éticos e a legislação aplicável.

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